sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Divagações..


"Fico pensando se viver não será sinônimo de perguntar. A gente se debate, busca, segura o fato com duas mãos sedentas e pensa: “Achei! Achei!”, mas ele escorrega, se espatifa em mil pedaços, como um vaso de barro coberto apenas por uma leve camada de louça. A gente fica só, outra vez, e tem que começar do nada, correndo loucamente em busca dos outros vasos que vê. Cada um que surge parece o último. Mas todos são de barro, quebram-se antes que possamos reformular as perguntas. E começamos de novo, mais uma vez, dia após dia, ano após ano. Um dia a gente chega na frente do espelho e descobre: “Envelheci.” Então a busca termina. As perguntas calam no fundo da garganta, e vem a morte. Que talvez seja a grande resposta. A única”.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Alicerce.

Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e te protege de tudo.

Coragem.

Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, doi demaais. Mas passa. Está vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Ser feliz me consome.



Meu Deus, afasta de mim os venenos diários de quem não acrescenta, só diminui.



R.

Ele não é o cara mais normal que eu conheço. Ele tá longe de ser o mais romantico. Mais o que faz ele ser diferente dos outros é o que ele me faz sentir* em questão de segundos. É isso que me atrai nele, essas coisas das quais eu não sei de onde vem, nem até onde vai. ♥

sábado, 23 de julho de 2011

Caio F.








E como não dizer que essa calmaria no peito são as mãos de Deus sobre a minha cabeça?

Que te dizer? Que te amo, que te esperarei um dia na rodoviária, num aeroporto, que te acredito, que consegues mexer dentro-dentro de mim? É tão pouco. Não te preocupa. O que acontece é sempre natural - se a gente tiver que se encontrar, aqui ou na China, a gente se encontra. Penso em você principalmente como minha possibilidade de paz - a única que pintou até agora, “nesta minha vida de retinas fatigadas”. E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito.